Max Gimenis sobre trocar o Jiu-Jitsu pelo MMA: “Não vai, não”
Peso-pesado do UFC e faixa-preta da GF Team diz que o Jiu-Jitsu já oferece oportunidades suficientes e que a mudança só faz sentido para quem tem esse desejo

Max Gimenis fez o caminho do Jiu-Jitsu para o MMA e hoje luta no UFC. Ainda assim, o conselho que ele dá a quem pensa em seguir a mesma rota vai na direção contrária. Em vídeo publicado no Instagram, o faixa-preta afirmou que a arte suave já oferece oportunidades suficientes para o atleta construir a carreira sem mudar de modalidade.
“O conselho é: ‘Não vai, não’ para o MMA. Tem tanta oportunidade no Jiu-Jitsu hoje… A não ser que seja algo do seu coração. Mas o pessoal do Jiu-Jitsu, hoje, não tem mais a necessidade de migrar para o MMA”, disse.
Quem fala conhece os dois lados
Carioca, Max recebeu a faixa-preta em 2016, no pódio do Mundial da IBJJF, logo depois de ser campeão na faixa-marrom. Na preta, conquistou o Pan em 2020 e foi vice-campeão mundial em 2021, no super-pesado. A estreia no MMA profissional veio em 2022, e a primeira luta no UFC, pela divisão dos pesos-pesados, em novembro de 2025.
Mais caminhos dentro do Jiu-Jitsu
A fala chega em um momento em que o calendário profissional do grappling cresceu. Em 2026, atletas de Jiu-Jitsu disputam cinturões no UFC BJJ, lutam no ONE Championship e concorrem a US$ 20 mil por categoria no The Crown, da IBJJF.
O próprio Max ajuda a aumentar essa lista. Ele organiza o Brave Challenge II, neste sábado (10), em Maryland, com dois GPs que pagam US$ 1 mil a cada campeão, e já disse à VF Comunica que monta o evento com o olhar de quem ainda compete.
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