Flávio Almeida: “No Jiu-Jitsu a gente nunca perde. Ou a gente ganha ou a gente aprende”
No podcast Elaine Talks, faixa-preta da Gracie Barra falou sobre o valor do erro e contou que passou a ver a competição como uma ferramenta

Flávio Almeida recorreu a uma frase conhecida de quem treina para explicar como enxerga a derrota. Em participação no podcast Elaine Talks, o faixa-preta da Gracie Barra falou sobre o papel do erro no aprendizado e sobre o que a competição passou a representar para ele.
“No Jiu-Jitsu a gente nunca perde. Ou a gente ganha ou a gente aprende. Aprende a valorizar o erro, porque o erro é o único caminho do aprendizado real para um dia você acertar”, disse.
“A competição não era um objetivo, era uma ferramenta”
Na mesma conversa, Flávio contou que mudou a forma de olhar para os campeonatos e para o que eles deixam em quem compete.
“Eu voltei entendendo que a competição não era um objetivo, era uma ferramenta. O propósito era menos o resultado, a medalha de ouro, prata ou bronze, e mais a pessoa que você se tornava em busca daquele objetivo grandioso”, afirmou.
O trecho da entrevista está no Instagram da VF Comunica.
Quem é Flávio Almeida
Faixa-preta de quinto grau formado por Carlos Gracie Jr., Flávio é um dos principais professores da Gracie Barra. Segundo a equipe, ele é cofundador de oito escolas no sul da Califórnia e na região de Phoenix, nos Estados Unidos, e já formou mais de 30 faixas-pretas.
Como competidor, foi campeão mundial na faixa-azul, em 1997, e na faixa-marrom, em 1999, e ficou com a prata no ADCC de 2007, na categoria até 88 kg. Já no master, venceu o peso e o absoluto no Mundial Master de 2016. Hoje, ele também aparece ao lado de Marcio Feitosa e Braulio Estima nas aulas do currículo GB3, da Gracie Barra.
A vida depois das competições
O que acontece com o atleta quando o calendário de torneios deixa de ditar a rotina é um assunto frequente nas falas de Flávio. Em publicação recente no Instagram, ele tratou da dificuldade de manter o ritmo de treino fora do circuito.
“Quando me aposentei das competições, tive muita dificuldade de manter o mesmo rigor e disciplina no treinamento”, escreveu.
Você concorda com Flávio Almeida? O que uma derrota já te ensinou no Jiu-Jitsu? Conte nos comentários.






