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Tyrone Gonsalves aposta na versatilidade para ganhar seletiva do ADCC

Faixa-preta da Six Blades participa da primeira seletiva no Brasil em março, em Minas Gerais

Tyrone
Êxito no ADCC é um dos principais objetivos de Tyrone Gonsalves para a temporada.

As seletivas do ADCC no Brasil começam agora no próximo mês e os atletas que buscam uma vaga no Mundial da organização já estão com a estratégia pronta para colocar em prática na disputa. Tyrone Gonsalves, da Six Blades, é um dos que estão ansiosos para lutar. Líder de uma filial da equipe na França, Tyrone vai participar da seletiva do dia 2 de março, em Belo Horizonte, Minas Gerais.

“Eu estou pronto, fiz tudo o que estava sob o meu controle e que agora seja feita a vontade de Deus. Nessa reta final estamos estudando vários aspectos da luta com relação às regras, pois as regras do ADCC são bem específicas. Então, estou com o foco total nessa parte para não cometer nenhum erro.”, ressalta.

Tyrone Gonsalves já tem um motivo para comemorar: vaga garantida de Aurelie Le Vern no evento principal do ADCC

No último final de semana, Tyrone foi agraciado com uma carga enorme de motivação por meio da vitória de Aurelie Le Vern, esposa e aluna, na seletiva europeia do ADCC. Com cinco lutas e duas finalizações, Aurelie carimbou o passaporte para Las Vegas, nos Estados Unidos, para a disputa do Mundial em agosto.

“Eu não estou surpreso dos resultados que ela obteve, pois já vinha se destacando nas faixas coloridas. Agora a Aurelie vai ter a oportunidade de mostrar o trabalho dela para o mundo.”, afirma, em tom de celebração.

Para uma campanha de desempenho positivo no ADCC, Tyrone acredita que a versatilidade no jogo fará toda a diferença por conta de uma divisão lotada, composta por estilos variados provenientes de escolas igualmente diversas, “quem não souber variar o jogo, acredito que já perdeu”, comenta o faixa-preta.

Vivência em diferentes culturas é ponto a favor de Tyrone

Nessa parte que diz respeito a saber agir diante de diferentes cenários e respostas dos oponentes, Tyrone tem experiência, uma prática adquirida pelo hábito de imergir em camps com diferentes culturas, no Brasil e na França.

“Não é de hoje que eu faço esse tipo de intercâmbio, eu acredito que a abertura de espírito é a chave que leva ao conhecimento que permite variar as formas de observar esse jogo chamado Jiu-Jitsu”, completa, com tudo pronto para entrar em ação.

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Escrito por Emmanuela Oliveira

Emmanuela Oliveira é faixa-marrom de Jiu-Jitsu e formada em Comunicação Social. Dentro do tatame, aprendeu que é possível conjugar Jiu-Jitsu, escrita e o gosto pelas artes visuais em um só pacote.

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